O desenvolvimento sócio artistico cultural e educacional da periferia como parte do
PROCESOS PEDAGÓGICO do nosso BRASIL.
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O grupo Arte na Lata, sob a responsabilidade do Coordenador Jotta Ribeiro (
currículo) vem desde 2004 fomentando a arte, cultura, cidadania e educação pelo Brasil com suas oficinas musicais com questões ambientais, sociais levando alegria aos olhos e corações da sociedade com falta de oportunidade. É um projeto musical onde através de suas oficinas, workshop, palestras e shows mostram que o lixo vira música nas mãos dessas crianças, jovens e adolescentes e prova disso é o que acontece atulamente com os alunos das escolas HUGO RIBEIRO, MANUEL LUMBRALES, MARINA e OLINDA MOREIRA na Cidade de Osasco, São Paulo, Brasil.
Diversos tipos de latas e tambores viram instrumentos musicais pedagogicos, onde a criança desperta de dentro para fora (
Piaget), de fora para dentro (
Vygotsky) o seu dom, seu instinto sua capacidade de se socializar e aprender gradativamente através dessas aulas facilitando seu ensino aprendizagem abrindo espaço para o desenvovimento próprio enfatizando a laterlaidade, motricidade, localização espacial.
Esse é o trablaho do Arte na Lata dentor do âmbito escolar...através da música fomentar o desenvolvimento da criança facilitando o aprendizado em suas respectivas disciplinas.
Acesse o site do Arte na Lata e ouça a música que as crianças gravaram:
BATE CÁ, BATE LÁ
Veja também o VIDEO
MAIS EDUCAÇÃO
CONHEÇA UM POUCO SOBRE O PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO
O Programa Mais Educação, criado pela Portaria Interministerial nº 17/2007, aumenta a oferta educativa nas escolas públicas por meio de atividades optativas que foram agrupadas em macrocampos como acompanhamento pedagógico, meio ambiente, esporte e lazer, direitos humanos, cultura e artes, cultura digital, prevenção e promoção da saúde, educomunicação, educação científica e educação econômica.
A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (SECAD/MEC), em parceria com a Secretaria de Educação Básica (SEB/MEC) e com as Secretarias Estaduais e Municipais de Educação. Sua operacionalização é feita por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
O programa visa fomentar atividades para melhorar o ambiente escolar, tendo como base estudos desenvolvidos pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), utilizando os resultados da Prova Brasil de 2005. Nesses estudos destacou-se o uso do “Índice de Efeito Escola – IEE”, indicador do impacto que a escola pode ter na vida e no aprendizado do estudante, cruzando-se informações socioeconômicas do município no qual a escola está localizada.
Por esse motivo a área de atuação do programa foi demarcada inicialmente para atender, em caráter prioritário, as escolas que apresentam baixo Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), situadas em capitais e regiões metropolitanas.
O ARTE NA LATA PARTICIPANDO DESTE PROGRAMA SE PREPARA PARA 2012.
Muito além de formar músicos profissionais ou especialistas na área, a Educação Musical auxilia no desenvolvimento cultural e psicomotor, estimula o contato com diferentes linguagens, contribui para a sociabilidade e democratiza o acesso à arte. Por isso, a partir de 2012, a Música será conteúdo obrigatório em toda Educação Básica. É o que determina a
Lei nº 11.769, de 18 de agosto de 2008.
Embora ainda não se saiba se os conteúdos serão trabalhados em uma disciplina específica ou nas aulas de Artes, com professores polivalentes, as escolas devem adaptar seus currículos até o início do ano letivo de 2012. Tocar, ouvir, criar e entender sobre a História da Música são pontos fundamentais de ensino. Para a professora do Departamento de Música da Universidade de São Paulo, Teca Alencar de Brito, contudo, os currículos não devem ser engessados. “Não se pode ensinar Música a partir de uma visão utilitarista. Estamos falando de arte. É preciso explorar as sensibilidades”, afirma a especialista, criadora da Teca Oficina de Música.
Outro ponto nebuloso da nova legislação diz respeito a não obrigatoriedade da graduação em Música para ministrar as aulas. O artigo da lei que previa a formação específica na área foi vetado pelo Ministério da Educação sob alegação de que, no Brasil, existem diversos profissionais atuantes na área sem formação acadêmica. A discussão, agora, está a cargo da Fundação Nacional de Artes (Funarte) que, a partir de um protocolo de parceria firmado entre o Ministério da Cultura e o Ministério da Educação, está organizando encontros regionais com acadêmicos, especialistas, Secretarias de Educação e Associações de Estudos Musicais para realizar uma espécie de mapeamento do ensino de Música nos estados brasileiros.
Do primeiro encontro, realizado no Rio de Janeiro, formaram-se dois grupos de trabalho. Um que deve propor nortes para as questões curriculares e outro, formado por representantes das universidades, responsável por articular propostas de ampliação das licenciaturas em Música e demais cursos de formação continuada na área, inclusive, os ministrados a distância. Os objetivos são elaborar uma nova proposta de regulamentação da Lei nº 11.769, assim como um manual aplicativo destas determinações, que auxiliem os gestores escolares e educadores da área de Música.
Apesar das indefinições, desde 2002, os cursos de graduação em Música superaram em número os cursos de graduação em Artes Visuais. Atualmente, são cerca de 70 cursos de licenciatura em Música em todo o país. Para Teca Alencar, o processo de adaptação das escolas e de formação dos educadores será lento, mas o primeiro passo, o da mobilização para que as escolas se organizem, já foi dado. “A discussão sobre o ensino de Música já é um avanço. Os cursos de graduação, especialização e formação continuada estão crescendo. Há profissionais preocupados em desenvolver materiais didáticos para ensinar Música.
Mas será que a preocupação de colocar música nas escolas como disciplina tem essa preocupação em didática? ou cada região tem o seu desenvolvimento cultural onde cada criança tem que conhecer a sua? (Jotta Ribeiro).
"No meu ponto de vista a criança tem que conhecer sua própria cultura e tambem os espaços culturais de sua própria cidade, isos não acontece na minha cidade e por este motivo temos que rever algumas coisas pensando em apostila, didática e dar continuidade no modo tradicionalista onde a criança vai ser reprodutora de cultura existente ao invés de ser protagonista da sua própia cultura como são as crinaças do Arte na Lata que através de sua própria criatividade criam suas músicas e seus instrumentos musicais.
CLIQUE AQUI E UTILIZE AS MÚSICAS DO ARTE NA LATA COM OS SEUS ALUNOS.
texto: por Jotta Ribeiro
Presidente da ONG Arte na Lata
Coordenador do grupo Arte na Lata
Músico - Ritmista OMB: 63574
Cursando o 5º ano de Pedagogia
Integrante do Grupo de Estudos de Cultura Popular Quintal Cultural - Carapicuiba
Integrante do Grupo de Cultura do FSSP - Fórum Social São Paulo
Integrante do Grupo de Estudo de Pedagogia de Osasco
AS ATIVIDADES CULTURAIS VOLTADAS A EDUCAÇÃO DA CRIANÇA
O Arte na Lata em suas oficinas tem o objetivo de apresentar às crianças ferramentas lúdicas para que consgam entender os desenvolvimentos educacionais de acordo com o currículo da escola fomentando assim as disciplinas cursadas no ensino fundamental para que tenham
respeito à dignidade e aos direitos das crianças, consideradas nas suas diferenças individuais, sociais, econômicas, culturais, étnicas, religiosas etc.;
• o direito das crianças a brincar, como forma particular de expressão, pensamento, interação e comunicação infantil;
• o acesso das crianças aos bens socioculturais disponíveis, ampliando o desenvolvimento das capacidades relativas expressão, à comunicação, à interação social, ao pensamento, à ética e à estética;
• a socialização das crianças por meio de sua participação e inserção nas mais diversificadas práticas sociais, sem discriminação de espécie alguma;
• o atendimento aos cuidados essenciais associados à sobrevivência e ao desenvolvimento de sua identidade.
Com o intuito de levar alegria a essas crinaças e mostrar que a escola é um bom lugar para se viver a equipe do Arte na Lata desenvolve diversas atividades no contra turno escolar.
O IMPORTANTE NO ALUNO É O CONVÍVIO SOCIAL PARA QUE ELE TENHA UM ALICERCE PARA A FACILIDADE DO APRENDIZADO COM AS COISAS QUE ACONTECEM AO SEU REDOR HOJE.
ESCOLAS ATENDIDAS: Clique nos links abaixo e bom aprendizado.
HUGO RIBEIRO - MARINA - LUMBRALES - OLINDA